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Otomodelação · Cidade Nobre · Ipatinga/MG

Otomodelação para orelhas de abano, com anestesia local e no consultório.

A otomodelação aproxima as orelhas da cabeça. Na avaliação, vemos se ela é indicada para você.

Realizada pelo Dr. Getúlio Januário — cirurgião-dentista, CRO-MG 37.560.

Antes e depois de uma otomodelação, vista de costas: em cima, as orelhas afastadas da cabeça; embaixo, as orelhas mais próximas da cabeça.
Antes (em cima) e depois (embaixo) de uma otomodelação, vista de costas.

O que é a otomodelação

É uma técnica para orelhas de abano — orelhas afastadas da cabeça — e para pequenas diferenças entre uma orelha e a outra. Pontos internos ajudam a dobrar a cartilagem e a aproximar a orelha da cabeça.

É feita no consultório, com anestesia local, e você volta para casa no mesmo dia.

Para quem é indicada

  • Orelhas de abano, afastadas da cabeça.
  • Orelhas em que a dobra natural da parte de cima é pouco marcada.
  • Pequenas diferenças entre as duas orelhas.

A avaliação também mostra quando ela não é o caminho — por exemplo, quando a alteração está só no lóbulo, a parte macia de baixo da orelha.

Otomodelação não é otoplastia. A otoplastia é uma cirurgia feita por médicos. A otomodelação é outra técnica, menos invasiva, indicada para alguns casos — que a avaliação identifica.

Como a otomodelação é feita, passo a passo

São cinco etapas, da avaliação aos retornos. Todas são presenciais.

  1. Avaliação

    Formato: Presencial

    Conversamos sobre o que incomoda você, examinamos as orelhas e a pele da região e fazemos fotografias. Também perguntamos sobre a sua saúde e os remédios que você usa. Se a otomodelação for indicada, explicamos como ela é feita, os cuidados e os riscos, e você decide com calma.

  2. Marcação

    Formato: Presencial

    No dia do procedimento, a posição da nova dobra é marcada na pele, com uma caneta própria.

  3. Anestesia local e procedimento

    Formato: Presencial

    Depois da anestesia local, o dentista faz a otomodelação, de acordo com o formato de cada orelha, para aproximá-la da cabeça.

    O vídeo mostra os bastidores do procedimento.

    Vídeo de 31 segundos, sem som: o Dr. Getúlio Januário durante o procedimento.

    Descrição do vídeo dos bastidores

    O vídeo começa com o dentista vestindo o avental descartável e calçando as luvas. Depois, na sala de atendimento, o paciente aparece deitado, coberto por campos descartáveis, só com a orelha à mostra. O dentista, de touca, máscara e óculos, faz o procedimento sob a luz do refletor, com a ajuda de um segundo profissional; a orelha aparece de perto algumas vezes.

  4. Curativo e faixa

    Formato: Presencial

    As orelhas recebem um curativo e uma faixa elástica, que segura a orelha na nova posição enquanto ela se acomoda. Você volta para casa no mesmo dia, com as orientações de cuidado.

  5. Retornos

    Formato: Presencial

    Nos retornos, acompanhamos a cicatrização e a posição das orelhas, e dizemos até quando usar a faixa.

Depois da otomodelação

  • Nos primeiros dias, é comum a orelha ficar inchada, vermelha e dolorida. A dor costuma ser controlada com os remédios indicados.
  • A orelha pode ficar sensível ao toque por algumas semanas.
  • A faixa é usada por alguns dias o tempo todo e, depois, para dormir, pelo tempo que o dentista indicar.
  • Nas primeiras semanas, evite dormir sobre a orelha, esportes de contato e pancadas na região.

O que pode acontecer

  • A orelha pode voltar um pouco para a posição de antes com o tempo; às vezes, é preciso refazer um ponto.
  • Um ponto pode se soltar ou aparecer na pele e precisar ser trocado.
  • Pode haver infecção, que é tratada com remédio e, em alguns casos, com a troca do ponto.
  • Pode ficar uma pequena diferença entre as orelhas, e a sensibilidade pode durar mais do que o esperado.

O resultado varia de pessoa para pessoa e depende do formato e da firmeza da cartilagem de cada orelha. Por isso, nenhum resultado pode ser prometido antes da avaliação. A otomodelação é uma técnica recente, ainda com poucos estudos de longo prazo; na avaliação, explicamos o que se sabe e tiramos as suas dúvidas.

Fale com a clínica pelo WhatsApp se a dor aumentar em vez de diminuir, se a vermelhidão se espalhar, se sair secreção, se tiver febre ou se um ponto aparecer ou se soltar. Fora do horário de atendimento, com febre ou a orelha muito inchada, quente e dolorida, procure um pronto-socorro.

Casos de otomodelação

Antes e depois de dois casos (em cima, antes; embaixo, depois) e uma orelha vista de perto, depois do procedimento.

  • Antes e depois de uma otomodelação, vista de costas: em cima, as orelhas afastadas da cabeça; embaixo, as orelhas mais próximas da cabeça.
    Otomodelação antes e depois, de costas
  • Antes e depois de uma otomodelação, de frente: em cima, as orelhas aparecendo dos lados do rosto; embaixo, as orelhas mais próximas da cabeça.
    Otomodelação antes e depois, de frente
  • Antes e depois de uma otomodelação em uma paciente, de frente: em cima, as orelhas aparecendo dos lados do rosto; embaixo, as orelhas quase escondidas.
    Otomodelação outro caso, de frente
  • Orelha vista de perto depois da otomodelação, próxima da cabeça e avermelhada.
    Depois da otomodelação a orelha de perto

Casos de pacientes do Dr. Getúlio Januário, publicados com a autorização por escrito de cada um. Cada caso é único: o plano e o resultado dependem da avaliação.

Antes do procedimento, o paciente conta o que o incomodava

No vídeo, gravado no dia da otomodelação, o paciente fala das orelhas, que o incomodavam desde a época da escola.

Vídeo de 21 segundos, com som: o Dr. Getúlio Januário e o paciente, antes do procedimento.
Ler o que é dito no vídeo de apresentação do paciente

Dr. Getúlio: Hoje é o dia desse cara aqui, o Sávio, e a gente vai estar fazendo uma otomodelação dele, né, Sávio? Fala o que te incomoda aí, Sávio. Paciente: Então, cara, desde a época da escola sempre me incomodou, e agora chegou a hora, né? Vamos ver como é que vai ficar o resultado, né? Dr. Getúlio: Satisfação te receber aqui. Obrigado pela confiança aí. Show, valeu? Paciente: Valeu, valeu.

Perguntas frequentes sobre otomodelação em Ipatinga

As dúvidas mais comuns de quem pensa em tratar as orelhas de abano, respondidas pela nossa equipe.

  • O que é otomodelação?

    É uma técnica para orelhas de abano, feita no consultório, com anestesia local. Pontos internos ajudam a dobrar a cartilagem e a aproximar a orelha da cabeça.

  • Otomodelação dói?

    O procedimento é feito com anestesia local. Depois, é comum a orelha ficar dolorida e sensível nos primeiros dias, e a sensibilidade pode durar algumas semanas. A dor costuma ser controlada com os remédios indicados pelo dentista.

  • Qual a diferença entre otomodelação e otoplastia?

    A otoplastia é uma cirurgia feita por médicos. A otomodelação é uma técnica menos invasiva, feita no consultório, com anestesia local. Na avaliação, você fica sabendo qual é o caminho indicado para o seu caso.

  • A otomodelação é definitiva?

    O objetivo é que a nova posição se mantenha, mas a orelha pode voltar um pouco com o tempo e, às vezes, é preciso refazer um ponto. O resultado varia de pessoa para pessoa.

  • Quanto tempo dura a recuperação da otomodelação?

    Nos primeiros dias, a orelha fica inchada e dolorida, e a faixa é usada o tempo todo; depois, só para dormir, pelo tempo que o dentista indicar. A sensibilidade pode durar algumas semanas. A volta ao trabalho, à escola e aos esportes é combinada com você.

  • A partir de que idade dá para fazer otomodelação?

    A idade é avaliada caso a caso, na consulta, de acordo com o desenvolvimento da orelha. Para menores de 18 anos, a consulta é sempre com o responsável.

  • Quanto custa a otomodelação em Ipatinga?

    O valor depende do seu caso. Por isso, ele é apresentado por escrito depois da avaliação, antes de você decidir — o Código de Ética Odontológica não permite divulgar preços. A cobertura do convênio depende do seu plano odontológico.

Quer saber se a otomodelação é indicada para você?

Na avaliação, examinamos as suas orelhas, explicamos a técnica, os cuidados e os riscos, e você decide com calma.

Conteúdo revisado pela Dra. Karine Pontes de Oliveira Diniz — cirurgiã-dentista, clínica geral, CRO-MG 52.914 — responsável técnica. Atualizado em outubro de 2026.